Exposições

Um outro olhar…

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A nossa escola vista pela objetiva

Os alunos do Clube de Fotografia, orientados pela professora Paula Chambel, desenvolvem ao longo do ano um trabalho que expõem no final do ano.

Assim foi também este ano. Mais abaixo, apresenta-se o resultado, que esteve exposto nas “Vitrinas do Saber”.

Durante o presente ano letivo,  o tema foi “Um outro olhar sobre a nossa escola” e participaram os seguintes alunos:

– do 5ºB, Adriana Figueiredo (nº1) e  Inês Pipa (nº11);
– do 5ºD, Beatriz Ramos(nº1), Beatriz Mariana (nº2), Carlos Santos (nº3), Catarina Vicente (nº4) e Vanessa Machado (nº19);
– do 5ºE, Ana Pompónio (nº1),  Beatriz Oliveira (nº4), Gabriela Guimarães (nº10) e Priscila Pereira(nº14).

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Exposições

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Matemática e Educação Visual e Tecnológica

Alguns trabalhos expostos na Biblioteca, realizados pelos alunos nas disciplinas de Educação Visual e Tecnológica, e exposição de jogos matemáticos, no âmbito das atividades do Dia da Matemática, acessíveis para quem os quiser utilizar.

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O Bando das Cavernas

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         Continuam à venda, nas BE das Escolas Básicas de Sapataria e de Sobral, Santo Quintino, exemplares da coleção O Bando das Cavernas, de Nuno Caravela e aguardamos a visita do autor. Assim que se marque nova data, divulgaremos, para sossego e satisfação dos alunos das duas escolas que têm demonstrado o seu interesse, não só pelo encontro com o autor, mas também pelos próprios livros, quer na compra quer na leitura informal nas bibliotecas escolares.

Continuação de BOAS LEITURAS!Resultado de imagem

Se eu fosse um livro…

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Partindo de dois motes, a interpretação do poema que se segue e a imagem que o acompanha, os alunos de Português do 10º ano foram desafiados, em aula, a refletir acerca da possibilidade de serem um livro e que tipo de livro seriam, sobre quê, que percurso seguiriam, por que leitores seriam lidos, que emoções despertariam… “Se eu fosse um livro…”. 

O resultado desta reflexão foi muito interessante e criativo, motivando uma exposição de algumas das ideias apresentadas e selecionadas dos textos redigidos.

Um livro

Levou-me um livro em viagem
não sei por onde é que andei
Corri o Alasca, o deserto
andei com o sultão no Brunei?
P’ra falar verdade, não sei

Com um livro cruzei o mar,
não sei com quem naveguei.
Com marinheiros, corsários,
tremendo de febres e medo?
P’ra falar verdade não sei.

Um livro levou-me p’ra longe
não sei por onde é que andei.
Por cidades devastadas
no meio da fome e da guerra?
P’ra falar verdade não sei.

Um livro levou-me com ele
até ao coração de alguém
E aí me enamorei –
de uns olhos ou de uns cabelos?
P’ra falar verdade não sei.

Um livro num passe de mágica
tocou-me com o seu feitiço:
Deu-me a paz e deu-me a guerra,
mostrou-me as faces do homem
– porque um livro é tudo isso.

Levou-me um livro com ele
pelo mundo a passear
Não me perdi nem me achei
– porque um livro é afinal…
um pouco da vida, bem sei.

O G é um gato enroscado, João Pedro Mésseder

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A exposição

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Algumas ideias…(entre tantas)

“… seria colocado em bibliotecas e apresentado nas aulas de Português, ou de outras línguas. A minha história seria um romance de esperança, onde as pessoas poderiam aprender lições importantes sobre a vida.”André Silva

“…. gostaria de ser um livro infantil ilustrado. Gostava que quem pegasse em mim imaginasse a sua própria história, ora com princesas, ora com dragões. Mas,acima de tudo, gostava que quem me lesse passasse um bom momento e, quando voltasse à biblioteca, olhasse para mim e pensasse:“talvez leve aquele livro outra vez!” Porque afinal, qualquer livro gosta de ser lido vezes sem conta.”Rodrigo Santos

“ …quem me lesse , viajaria para Paris, a cidade do amor [—]. E no final, talvez voltasse – Paris, onde, provavelmente, haveria um (grande) final feliz.” Joana Eleutério

“… seria um meio de viagem e levaria as pessoas a sonhar, a imaginar, a entrar num mundo diferente, do qual não iriam querer sair” Daniela Tavares

“…o meu interior estaria cheio de felicidade, aventura, emoção e muitas pessoas valentes e divertidas a viajar quilómetros e quilómetros por mar e por terra.[—]”.João Fernandes.

“ … toda a minha alma faria parte do segundo capitulo, onde daria conselhos de entreajuda.  [—] não teria instruções, uma vez que há que estimular (a imaginação) o lado imaginativo do ser humano.” Ana Carolina Silva

“Como livro, gostaria de passar por bibliotecas, escolas e até circular naquelas carrinhas que andam pelas praias.” Mariana Baeta

“…gostava de ser sobre a história do mundo, do planeta Terra” [—] seria guardado na maior e mais bem guardada biblioteca do mundo [—].”João Santos

“…as palavras haveriam de parecer vivas (ter vida) enquanto as liamos.” Miguel Ferreira

“ … seria um livro dedicado às pessoas apaixonadas que adoram romances e para ser lido nos tempos livres na praia.” Maria João Oliveira

“ Queria levar as pessoas a entrar no meu universo, a viver a emoção de perto.” Ana Correia

“ … seria um livro de histórias infantis […]. Como as crianças gostam de capas apelativas, teria um desenho com cores bem vivas para chamar a sua atenção.” Ana Margarida Duarte.

“ … seria inesquecível.” Andreia Silva

“…gostava de ser misterioso, aventureiro e engraçado, tudo ao mesmo tempo.” […] ser um livro pode ser muito bom, mas pode sê-lo também se lermos e nos mantivermos sempre em contacto com eles [ao lado deles].” Inês Moreira

“… seria a biografia de alguém que me tivesse inspirado na vida, basicamente, um ídolo” “ no fundo, gostava de ser um livro que inspirasse alguém a fazer o que realmente quer.” Pedro Pereira

“ O meu objetivo, enquanto livro, era que as pessoas se tentassem pôr no papel da personagem e pensassem: “ E se fosse comigo? O que faria?”.Elisabete Alexandre

“ O personagem principal viveria grandes aventuras e peripécias.” Mário Soares

“ … faria parte de uma (edição) colecção de livros com diverso temas [—]. E, para finalizar, teria um livro em branco, pois só Deus sabe o que está para vir.” Mariana Andrade”

“(…) viveria com apenas com dois objetivos: deixar os meus autores orgulhosos e passar o resto da eternidade na prateleira dos “clássicos”, na prateleira dos livros que deixaram a sua marca”. Pedro Henriques.

“… mais do que inesperado, eu seria viciante. Teria muitas emoções contidas. [—]. Com muita ficção e muito suspense, eu faria todos (os que me lessem) chorar, rir e, principalmente pensar.” Matilde Lourenço.

“…, queria ser uma história apaixonante, mas não muito melosa, queria que as minhas personagens passassem por problemas recorrentes na minha idade. Queria poder ajudar quem estivesse a ler-me. Eu não queria ser um daqueles livros de auto-ajuda, queria ser um livro com ação, amor, problemas e com um final feliz.”Ana Lourenço

“… seria um livro que todas as pessoas iam ler com gosto, pois a minha história ia ser a melhor! Iria ter aventuras, romance, viagens até lugares quase impossíveis e inesquecíveis. Um livro que mostrasse a toda a gente qual a importância de ler e qual a importância de conhecer novas culturas e novos sítios. Além disso, teria algumas páginas no fim, em branco, para as pessoas poderem imaginar o meu final.“Andreia Maio

“…seria daqueles livros baseados em factos reais. Seria uma história verídica; uma experiência de vida, para poder ensinar aos outros a minha história, impedi-los de cometerem os mesmos erros que eu ou encorajá-los; levá-los a desafiar a vida e os seus caminhos e incentivá-los a serem superiores a tudo o que não faz falta e em contrapartida só atrapalha.Se eu fosse um livro, iria ser uma experiência de vida real.”Bianca Jorge
“… seria o último livro de uma saga, pois o último é sempre o mais desejado e o mais apetecível de ler. Só assim teria o prazer de saber o que era ser desejada por todos aqueles que se interessam pelo assunto… Mas não poderia ser como muitos dos livros que li e têm um final pouco convincente ou indesejável.
Teria de ser um daqueles livros que não é necessário reler duas vezes numa semana, pois a história dele e o seu final seriam tão convincentes que os próprios leitores ficariam com o fim da história gravada para sempre nas suas memórias…” Cátia Vargem

“…andava por imensos lugares, descobria sítios que ninguém tivesse visto, transmitia a importância desses sítios, imagens e histórias desconhecidas.
Mostrava a paixão que um livro pode transmitir, o poder de sonhar, o navegar por inúmeros sítios. Escalava montanhas impossíveis de lá chegar. Andava por lugares com muito calor ou com muito frio.
Por fim, mostrava também à pessoa que me lesse a imaginação, o poder de imaginar, com criatividade e emoção.”Ivânia Alexandre

“… eu levava as pessoas comigo para dentro da história.Transmitia-lhes a sensação que eu sinto ao ler um livro e dava a conhecer a história com uma perspetiva diferente.Se eu fosse um livro, seria um livro de aventuras, não só porque as adoro, mas também porque penso que as aventuras devem fazer parte do nosso dia -a- dia.“Ser um livro é bastante importante”, pois transmite às pessoas sensações únicas e inesquecíveis.Em conclusão, adoraria ser um livro.” Joana Amaral

“…gostaria de levar pessoas a lugares onde gostassem de ir mas não podem, de as fazer pensar de outra maneira, de lhes abrir os olhos e, até mesmo, a mente. Se fosse um livro, seria um livro de tragédia para as pessoas verem que nem tudo é um mar de rosas. Se fosse um livro iria ser o melhor amigo da pessoa que me lesse.” Liliana Custódio

“…gostaria de ser um livro de ação e de aventura e também de mistério e suspense.O meu objetivo seria levar as pessoas por novos mundos e alargar a sua imaginação. Gostaria que elas gostassem de ler página atrás de página com a mesma emoção, do início ao fim.Eu seria um livro que só os mais entusiastas gostariam de ler.”Margarida Alves

“…seria um livro sem fim, para nele poder navegar em um tempo ilimitado. Seria uma história que teria um número ilimitado de histórias dentro dela, para viajar, aventurar-me, aprender vários tipos de coisas e com o objetivo principal de fugir à realidade.” Marta Branco

“…dava aos meus leitores a oportunidade de navegar por páginas nunca antes conhecidas. Dava-lhes o prazer de sentirem o fervor das minhas histórias ao folhearem cada uma das minhas páginas. Ler-me seria tão relaxante como sentir a brisa do mar num barco a baloiçar. Quando chegassem ao fim, à parte final da minha história, sentir-se-iam então preparados para enfrentar todas as batalhas que a vida lhes pusesse à frente porque, ao invés de secante e desinteressante, eu seria um livro atraente e com muito para oferecer. Como tal, daria aos meus leitores uma força de vida desmedida. Se eu fosse um livro, seria sem dúvida o caminho da felicidade. “Marta Silva

“… iria permitir aos meus leitores viajar por todo o mundo com a ajuda da imaginação. Iria conter em mim novo vocabulário e conhecimento para aumentar os conhecimentos das pessoas que me lessem. Iria também conter algumas situações importantes que contribuíssem para a vida dos meus leitores. Situaçõesessas que podem alertar as pessoas para alguns perigos da vida, mas principalmente, se eu fosse um livro, gostava de agradar a quem quer que pegasse em mim para me ler.” Ana Rita Agostinho

“…acolheria de páginas abertas quem mais precisasse, desde um homem solitário até uma criança em depressão .Levaria o meu leitor  a viajar nos campos da felicidade para  o mesmo esquecer, por uns instantes, a tristeza e sentir o paladar da alegre vida.

Por outro lado, enquanto o mesmo se divertisse, eu incentivá-lo-ia a ser forte no seu dia-a-dia e inspirá-lo-ia a lutar pela vida. Tudo isto, para, ao acordar, o leitor prosseguir a vida com a certeza de que ainda existe razão  para viver nem que seja para mergulhar na viagem profunda das minhas páginas. “ Yara Savka

Celebrar a Música!

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Dia Mundial da Energia

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Exposição “Vê e Experimenta”

No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Energia foi lançado aos alunos do 9º ano, na disciplina de Físico-Química, um desafio: construir uma maqueta que ilustrasse a importância da eletricidade no dia a dia. Os resultados foram, mais uma vez, surpreendentes! Vejam as fotos…

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Clube de Fotografia

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As nossas fotos…

Nas “vitrinas do saber” encontram-se expostas algumas fotografias que resultaram de parte do trabalho efetuado pelos alunos, membros do Clube de Fotografia, ao longo do ano letivo, sob a orientação dos professores Otávio Sousa e Paula Chambel. Os temas versados nas mesmas são “a leitura”, “a natureza” e “macro”.

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Um monitor digital permite-nos observar diversas outras imagens captadas.

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